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interview ISSN 2175-6708

abstracts

português
O francês Antoine Picon, professor da Harvard Graduate School of Design e teórico preocupado com as múltiplas relações entre a arquitetura e a tecnologia digital, é entrevistado pela dupla de professores brasileiros Gabriela Celani e David Sperling.

english
Antoine Picon, a professor at the Harvard Graduate School of Design and a theorist who is concerned with the multiple relationships between architecture and digital technology, is interviewed by the Brazilian duo Gabriela Celani and David Sperling.

how to quote

CELANI, Gabriela; SPERLING, David. A arquitetura dá significado à vida. Entrevista com Antoine Picon. Entrevista, São Paulo, ano 19, n. 074.02, Vitruvius, jun. 2018 <https://pop.www.vitruvius.com.br/revistas/read/entrevista/19.074/7014>.


Cassino da Pampulha, Belo Horizonte, 1942, arquiteto Oscar Niemeyer
Foto Abilio Guerra

Gabriela Celani e David Sperling: Quando e onde você esteve no Brasil? Qual a sua opinião sobre a arquitetura brasileira e sobre a arquitetura latino-americana em geral?

Antoine Picon: Eu não tenho ido com muita frequência à América Latina. Fui apenas duas ou três vezes ao Brasil e a última vez foi há muito tempo. Fui convidado pela Universidade [Federal] de Belo Horizonte, mas ainda não conseguimos encontrar uma data. Fui uma vez à Argentina e uma vez ao Chile, porque estou na [comissão administrativa da] Fondation Le Corbusier.

GC/DS: Você já esteve em São Paulo?

AP: Sim, e eu amo São Paulo. É uma cidade magnífica. Todas as vezes que fui ao Brasil, estive em São Paulo. Mas tenho uma visão muito superficial [da arquitetura brasileira]. O modernismo [no Brasil] é uma coisa admirável. Quando você vê a Pampulha em Belo Horizonte, isso é magnífico. Quando você vê Artigas ... existe essa grande tradição modernista na América Latina. Mas acho que a América Latina não abraçou tão entusiasticamente o digital. Eles estão um pouco presos à utopia modernista e talvez seja hora de acordar. Mas esta é a minha impressão muito superficial. Mesmo no Chile e na Argentina [a arquitetura] ainda é muito moderna e ainda não completamente contemporânea. Mas eu não conheço bem o continente. Na minha experiência, achei a estrutura educacional um pouco conservadora. Mas o presente chega mais cedo ou mais tarde. Os franceses têm o mesmo problema, e é por isso que os franceses e latino-americanos concordam com frequência com as coisas. Às vezes, há a tentação de recusar as tendências mais recentes.

Edifício da FAU USP, São Paulo, 1961-1969, arquitetos Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi
Foto Abilio Guerra

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074.01

Uma conversa com o cenógrafo Paulo Mendes da Rocha

Fernanda S. Ferreira

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